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Nota de 1000 francos suiços com imagem de Auguste Forel

     
     

Eça de Queirós


Opiniões sobre a Fé Bahá'í

Eça de Queirós, Escritor Português

"... o homem eleito entre todos pelo Senhor para abrir aos crentes a porta da verdade - e portanto do Paraíso. Em resumo, era um messias, um Cristo.... o homem tomava aos meus olhos proporções grandiosas. Não conhecera jamais ninguém envolvido em coisas tão altas; e sentia-me ao mesmo tempo orgulhoso e aterrado de receber este segredo sublime.... E partia logo a pregar, a espalhar o verbo bábista .... Onde iria? A Portugal certamente, levando de preferência a salvação às almas que me eram mais caras."

Leon Tolstoy, Escritor e Filósofo Russo

"Passamos nossas vidas nos esforçando para desvendar os mistérios do universo e é um prisioneiro persa, Bahá'u'lláh, em 'Akká, na Terra Santa, quem possui a chave... Os ensinamentos de Bahá'u'lláh nos apresentam agora a forma mais elevada e pura do ensinamento religioso."

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A mesma pessoa perguntou: “Tenho lido muito sobre Tolstoy e vejo um paralelo entre os ensinamentos dele e os seus (sobre os ensinamentos bahá’ís). Num dos seus livros ele fala sobre o enigma da vida, descrevendo como a vida é desperdiçada na nossa procura de encontrar a resposta. No entanto Tolstoy acaba por dizer que: ‘Há um homem na Pérsia que detém o segredo’.

“Sim” responde ‘Abdu’l-Bahá, “Eu recebi uma carta de Tolstoy, e nela ele manifestava o desejo de escrever um livro sobre Bahá’u’lláh.”
Abdul-Bahá, Abdul-Bahá em Londres, p.94

Hellen Keller, Escritora Americana

"A filosofia de Bahá’u’lláh merece a nossa maior atenção. (...) Que tema mais nobre que ‘o bem-estar do mundo e a felicidade das nações’ pode ocupar as nossas vidas ? A mensagem de paz universal prevalecerá indubitavelmente. É inútil unir-se ou conspirar contra uma ideia que tem, em si mesma, a potencialidade de criar uma nova terra e um novo céu, e de vivificar os seres humanos mediante a sagrada paixão do serviço."

Ernest Renan, Filósofo e Historiador Francês

"O nosso século teve um movimento religioso tão extraordinário como os das épocas anteriores; um movimento que provocou tanto entusiasmo, e em proporção teve um maior número de mártires, e cujo porvir é ainda incerto. (...) O Babismo foi um fenómeno considerável.”

Auguste Forel, Psiquiatra Suiço

"Conheci em Karlsruhe a religião supraconfissional e mundial dos Bahá’ís, fundada no Oriente pelo persa Bahá’u’lláh. (...) É esta a verdadeira religião do bem social humano, sem dogmas nem sacerdotes, que reúne todos os homens sobre o nosso pequeno globo terrestre. Que esta religião viva e prospere para o bem da humanidade, é o meu mais ardente desejo ..."

Prof. Edward G. Browne, Orientalista Britânico

"Embora suspeitasse vagamente para onde ia e com quem havia de estar (pois nenhuma informação distinta me fora dada), passaram-se um ou dois segundos antes que eu, palpitante de admiração e reverência, me certificasse de que a sala não estava deserta... Jamais me esquecerei da fisionomia daquele a Quem olhava, embora não possa descrevê-la. Aqueles olhos penetrantes pareciam ler-nos a própria alma... Não me foi preciso perguntar em cuja presença estava, enquanto me curvei diante Daquele que é objeto de uma devoção e um amor que os reis poderiam invejar e os imperadores almejar em vão!"

Rainha Maria da Romênia

"O ensinamento bahá'í traz paz à alma e esperança ao coração... Para aqueles que buscam a luz, os ensinamentos bahá'ís oferecem uma estrela que os guiará para a compreensão mais profunda, dando-lhes a certeza da paz e da boa vontade para todos os homens."

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"A Fé Bahá’í aceita todos os grandes profetas do passado e não destrói nenhuma crença; deixa todas as portas abertas (...) É a mensagem de Cristo renovada, mas adaptada à nossa época."

Arnold Toynbee, Historiador Britânico

"A minha opinião é que (1) a Fé Bahá'í é, sem dúvida alguma, uma religião; (2) a Fé Bahá'í é uma religião independente, a par com o Islamismo, o Cristianismo e as outras religiões mundiais."

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“Em todo o mundo helénico, no começo do século segundo a Era Cristã, a Igreja Cristã não parecia maior do que os Bahá’ís o são aos olhos da classe equivalente num mundo ocidental, na metade do século XX.”

Robert Saladrigas, Jornalista e Escritor Espanhol

“Creio compreender que o crente Bahá’í é, acima de tudo, este homem de boa vontade que fala de unidade internacional, de paz e justiça universais, e procura para isso abolir as divisões, desde as religiosas até às políticas. O seu símbolo encarnam-no esses templos erigidos, um em cada continente, com as suas nove portas de acesso constantemente abertas, para que algum dia os homens se decidam a transpor os seus umbrais e reunir-se no vértice das cúpulas que apontam esperançadas para o Reino de Deus. Este é o espírito que alenta o mais profundo da Fé Bahá’í.”

Ervin Laszlo, Membro do Clube de Roma

“Deve-se agregar a esta resenha de humanismo, inerente aos grandes sistemas de crenças, a doutrina da Fé Bahá’í, a mais nova e mais rapidamente crescente religião. Baseada nas escrituras do profeta persa do século XIX, Bahá’u’lláh, a doutrina Bahá’í vê o conjunto da humanidade como uma unidade orgânica em processo de evolução. Todas as grandes religiões e todos os seus profetas desempenham um papel na realização deste processo. Todas as revelações, desde Abraão a Moisés, passando por Jesus, Maomé e Buda, funcionam como marcos no caminho da humanidade rumo a um estado final de unidade e unicidade que agora se acerca.

Pepe Rodrigez, Jornalista e Escritor Espanhol

"A Fé Bahá’í, no meu modo de entender, nada tem a ver com uma seita (em todo o caso, é profundamente anti-sectária) e sim com uma dinâmica religiosa com características diferenciais específicas."

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"Os seus pilares básicos, a tolerância, a universalidade, a unidade dentro da diversidade (ou vice-versa), a liberdade individual, a igualdade de direitos e o respeito por todos os seres humanos, a aproximação e aceitação do quotidiano, a renúncia a ter clero, hierarquias ou líderes carismáticos, a participação em assembleia real no governo, e o controlo do colectivo de fiéis, convertem a Fé Bahá’í numa mensagem de esperança e sentido comum para a humanidade, num espelho no qual olhar modelos éticos e sociais a imitar."

Julián García Hernando, Secretário Técnico da Comissão Episcopal para Relações Interconfissionais

“A Fé Bahá’í: Esta, que se considera como a última das grandes religiões aparecidas na Terra e que é uma das mais difundidas, entrou em Espanha em 1947. (...) As suas principais actividades estão focadas no sentido da defesa dos direitos humanos, da dignidade da pessoa, da promoção da paz internacional, da colaboração em projectos de desenvolvimento humano, isto é, em problemas que são comuns, não apenas a todos os crentes mas a qualquer pessoa de boa vontade.”

Francisco Diez de Velasco, Professor da Universidade de La Laguna

“Defendem o pacifismo, a erradicação dos preconceitos (os seres humanos são iguais, sem que importe a raça, o sexo, a nação), a educação para todos e uma ética que foi muito influente nos foros ecuménicos, em especial no Parlamento Mundial das Religiões. (...) muitas das suas características repetem-se em movimentos posteriores (na tentativa de conciliar ciência e religião, de oferecer uma mensagem totalmente universalista que supere as constricções nacionais, de propor o advento de um novo mundo baseado numa ética comum, etc.).”

Enciclopédia Britânica, livro do ano 1988

“Cristianismo, Islamismo e a Fé Bahá’í são as (religiões) mais globais.”